Quinta-feira, 16 de Junho de 2011

A partir de agora em www.obando.pt e no Facebook

Caros amigos,

A partir de agora podem seguir-nos www.obando.pt (em reestruturação) e em facebook.com/bando.teatro. Quem não for utilizador do Facebook tem acesso a todos os conteúdos que são disponibilizados no mesmo, portanto basta seguir o link para ficar a par da nossa actividade.

Saudações Teatrais do mundo rural :)

Sexta-feira, 27 de Maio de 2011

Maio n'o bando

Caros amigos,

Aguçamos, por Vale dos Barris, o PRIMEIRO SÁBADO DO MÊS com a Cachupa confeccionada por Dolores Matos e Francisca Fráguas. De estômago aconchegado, apresenta-se uma conversa com os intervenientes do espectáculo IRENE, de Cláudia Lucas Chéu, com encenação de Ivo M. Ferreira e interpretação de Margarida Vila-Nova e Nuno Gabriel de Mello. A 20.ª produção FIAR, que estará até dia 8 aqui na Quinta. Façam as vossas reservas!

A nossa TEMPORADA 2011 inicia-se no final de Maio com o espectáculo BEGGINING, uma co-produção do Oulu City Theatre (Finlândia), do Emergency Exit Arts (Inglaterra) e do Teatro bando. Esta produção internacional apresenta um texto desenvolvido a seis mãos - entre as quais se contam as de Rui Pina Coelho - e foi desenvolvida no âmbito do projecto Europeu PLATFORM11PLUS, uma rede de treze grupos de teatro de doze países diferentes, que pretende criar obras dirigidas para os jovens entre os onze e os quinze anos.

Ainda em relação à TEMPORADA 2011 daremos mais notícias ao longo deste mês...


Até dia 15 de Maio, continuamos no Mosteiro de São Bento da Vitória com o espectáculo A MORTE DO PALHAÇO. Passados vinte anos, regressamos às palavras de Raul Brandão (1867-1930) e à música de José Mário Branco, não no sentido duma reposição mas sim de uma nova versão, vista à luz de uma nova paisagem cénica e de uma nova visão dramatúrgica. Uma co-produção com o Teatro Nacional de S. João.

PEDRO E INÊS continua a sua viagem pelo país, visitando a Guarda, no dia 6, e Torres Novas, no dia 21. Em Junho chegará ao Centro Cultural de Belém, entre os dias 9 e 15.


Esperamos encontrar-vos pelos vários pontos do país onde iremos parar, ou por cá, em Vale dos Barris, debaixo do sol com um copo de limonada, ou subindo e descendo a encosta para ver a Exposição de Máquinas de Cena AO RELENTO.

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Saudações Teatrais do Mundo Rural

Terça-feira, 26 de Abril de 2011

Abril n' o bando

Caros amigos,

Abril é o mês onde Vale dos Barris, a bela paisagem que diariamente nos abraça, começa a mostrar os resultados das águas invernais. Estes serão trinta dias de grande actividade do bando, não só no espaço da quinta, em Palmela, como por todo o país.

Abril é o mês da estreia de A MORTE DO PALHAÇO. Passados vinte anos, regressamos às palavras de Raul Brandão (1867-1930) e à música de José Mário Branco, não no sentido duma reposição mas sim de uma nova versão, vista à luz de uma nova paisagem cénica e de uma nova visão dramatúrgica. Desenvolvido em co-produção com o Teatro Nacional São João, Porto, com encenação e dramaturgia de João Brites, libreto de Nuno Júdice, composição musical de José Mário Branco, direcção musical de Jorge Salgueiro, espaço cénico de Nuno Carinhas, corporalidade de Jo Stone, figurinos e adereços de Clara Bento, desenho de som de Joel Azevedo, desenho de luz de Rui Simão e assistência à direcção artística de António Braga da Silva, A MORTE DO PALHAÇO conta com a participação de Ana Brandão, Guilherme Noronha, Paulo Castro (actores), Christian Luján, Diogo Oliveira, Inês Madeira, Paulo Carrilho, Sara Belo (cantores), Sandra Rosado (bailarina), Jorge Salgueiro e André Granjo (maestros) e de um conjunto de seis músicos a designar. A estreia está marcada para dia 28, no claustro do mosteiro de São Bento da Vitória, no Porto.

Entretanto, continuamos também a levar PEDRO E INÊS pelo país. Depois de Guimarães e das Caldas da Rainha, este mito cruel, sangrento e carnal segue o seu caminho passando pelo Teatro Municipal de Bragança (dia 9), pelo Teatro de Vila Real (dia 15), pelo Cine-Teatro de Estarreja (dia 21) e pelo Centro de Artes de Sines (dia 30). Em Maio espera-nos o Teatro Municipal da Guarda e o Teatro Virgínia em Torres Novas e em Junho chegaremos à capital e ao Centro Cultural de Belém.

Antes disso, por Vale dos Barris, o PRIMEIRO SÁBADO DO MÊS está de regresso. Dia 2 de Abril, será a Fatinha (Fátima Santos para os desconhecidos) quem nos irá presentear com a sua especialidade. Chanfana é o prato prometido! Com o estômago composto, a tarde reservar-nos-á um breve momento de visita à sala de ensaios onde poderemos ouvir Sara Belo a cantar dois dos temas desta A MORTE DO PALHAÇO. Façam as vossas reservas!

Este mês levamos ainda a criação da Banda da Armada Tartaruga até Santa Maria da Feira (dia 6). Desenvolvida em colaboração com o Teatro bando, esta fábula sinfónica conta com a participação de Raul Atalaia e desvenda os segredos dos mares e as lutas submarinas pelo poder. Mais no final do mês, dia 21, a nossa Linha da Viagem, da autoria de Madalena Victorino, segue para Ílhavo. Esta costura coreográfica estreada em 2007, a partir de telas de Nadir Afonso conta com Ainhoa Vidal e Giacomo Scalisi.

Abril é e será sempre o mês da Liberdade. Este ano marcaremos a comemoração dos 37 anos da Revolução dos Cravos com MARÇO GRITA MAIO, uma colaboração com a Big Band Loureiros, de Palmela. Sara de Castro será a Mulher do Grito, umas vezes impaciente, outras descrente, umas vezes entusiasta, outras atónita, que levará na voz (e na mão) a poesia de Manuel António Pina. O espectáculo está marcado para o dia 25 de Abril no Cine-Teatro S. João, em Palmela.

Esperamos encontrar-vos pelos vários pontos do país onde iremos parar, ou por cá, em Vale dos Barris, debaixo do sol com um copo de moscatel, ou subindo a encosta para ver a Exposição de Máquinas de Cena AO RELENTO.

Saudações Teatrais do Mundo Rural

Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011

Março n'o bando

Caros amigos,

Apesar de Março já anunciar o Sol aqui no Vale, em breve partiremos para terras mais a Norte, onde as sombras e o sangue de PEDRO E INÊS verão finalmente a luz do dia. Já nos dias 4 e 5 apresentamos uma ante-estreia do espectáculo no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, sendo que a grande estreia se dará no dia 11, no Centro Cultural e de Congressos de Caldas da Rainha. Anatoly Praudin prepara agora os últimos acertos com a equipa de actores e actrizes que nos revelam e ocultam os jogos de sedução, poder, loucura e crueldade, que se vão tecendo entre Pedro, Inês, Afonso, Coelho, Pacheco, Teresa e o Corifeu.

PEDRO E INÊS é uma criação do Teatro bando, desenvolvida em co-produção com a Fundação Centro Cultural de Belém e em parceria com o Centro Cultural Vila Flor, o Centro Cultural e de Congressos de Caldas da Rainha, o Teatro Municipal de Bragança, o Teatro de Vila Real, o Cine-Teatro de Estarreja, o Centro de Artes de Sines, o Teatro Municipal da Guarda e o Teatro Virgínia.

Dado que quase toda a equipa se encontra fora, em Março, excepcionalmente, não teremos PRIMEIRO SÁBADO DO MÊS. Mas para que não fiquem tristes, podemos já dizer-vos que em Abril contamos com uma ementa especial: uma espreitadela na continuação dos trabalhos d'A MORTE DO PALHAÇO antecedida de uma famigerada Chanfana que a Fatinha (Fátima Santos para os desconhecidos) nos trará. Dia 2 de Abril a mesa estará posta à vossa espera!

Antes disso, no dia 27 deste mês, dia Mundial do Teatro, teremos o Entroncamento da CONFRARIA DO TEATRO, que celebrará o final da Linha da Intervenção, da Linha do Teatro e da Linha do Espectáculo. Terminando cinco meses de experiências e sessões, este será um momento de partilha e de convívio que culmina numa apresentação aberta a todos dos breves exercícios que foram desenvolvidos.

Entretanto, voltaremos a colaborar com a Banda da Armada no espectáculo TARTARUGA, que estará em cena no Coliseu de Lisboa nos dias 21 e 22, e levaremos o GRÃO DE BICO e o AMANHÃ a visitarem as gentes da Moita, o primeiro no dia 19 e o segundo no dia 26.

Esperamos encontrar-vos em breve,
Saudações Teatrais do Mundo Rural

Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011

em breve estreamos PEDRO E INÊS

“Diz-nos, diz-nos, ó sombra vizinha, quem só depois de ser morta conseguiu ser rainha. Diz-nos, diz-nos, ó história esquecida, quem compra com a morte o que paga com a vida.”

Pretendendo revisitar e reinventar a história de PEDRO E INÊS e partindo do texto inédito Inês Morre, de Miguel Jesus – o qual caminha progressivamente dum registo dramático e realista para o poético e para o metafórico – o Teatro bando convidou Anatoly Praudin, Director do Experimental Stage of Baltic House, em S. Petersburgo, a criar um espectáculo onde a sua visão externa, profundamente influenciada pela tradição teatral russa, pudesse levantar novas inquietações sobre esta lenda e espalhar uma nova luz sobre este mito. Só no mito conhecemos o que se esconde da História. Só no mito vemos a paixão crescer para lá deste mundo. Só no mito sentimos a culpa e a vingança dos que vivem e morrem. Só no mito ouvimos os coros que ecoam os sons da loucura. Só no mito bebemos o vinho escarlate que tem o gosto do sangue. Só no mito gritamos a nossa voz de povo rude e impune.


Texto (Inês Morre) MIGUEL JESUS Encenação ANATOLY PRAUDIN

Coordenação Artística JOÃO BRITES
Composição Musical JORGE SALGUEIRO
Espaço Cénico RUI FRANCISCO Figurinos e Adereços CLARA BENTO
Oralidade TERESA LIMA Desenho de Luz JOÃO CACHULO
Apoio à Dramaturgia ODETTE BERESKA Assistência à Direcção Artística JOÃO NECA

Com
ESTÊVÃO ANTUNES, HELENA AFONSO, HORÁCIO MANUEL, IVO ALEXANDRE, MIGUEL BORGES, SARA DE CASTRO, SUSANA BLAZER

Criação TEATRO O BANDO Co-produção FUNDAÇÃO CENTRO CULTURAL DE BELÉM
Parceria
CENTRO CULTURAL VILA FLOR, TEATRO VIRGÍNIA, CINE-TEATRO DE ESTARREJA, TEATRO MUNICIPAL DE BRAGANÇA, TEATRO DE VILA REAL, TEATRO MUNICIPAL DA GUARDA

Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011

Fevereiro n'o bando

Caros amigos,

Ainda sabendo que Fevereiro é coxo, em seus dias vinte e oito, no bando não tememos os meses curtos, mas sim os dias mal aproveitados. Em Vale dos Barris, está a chegar um mês onde nem a chuva molha nem o frio arrefece, tais são as actividades que andamos a preparar para vocês. Este é o mês dos ensaios de PEDRO E INÊS. O texto de Miguel Jesus já está a ser trabalhado na nossa sala por Anatoly Praudin, director do Experimental Stage of Baltic House de São Petersburgo, e por uma equipa de actores composta por Miguel Borges, Estêvão Antunes, Ivo Alexandre, Susana Blazer, Sara de Castro, Horácio Manuel e Helena Afonso. Desenvolvido em co-produção com a Fundação Centro Cultural de Belém e em parceria com o Centro Cultural Vila Flor, o Teatro Virgínia, o Cine-Teatro de Estarreja, o Teatro Municipal de Bragança, o Teatro de Vila Real e o Teatro Municipal da Guarda, o espectáculo será primeiramente apresentado em Guimarães nos dias 4 e 5 de Março. Depois, vem percorrendo o país até chegar a Lisboa no dia 9 de Junho.

“Diz-nos, diz-nos, ó sombra vizinha
Quem só depois de ser morta conseguiu ser rainha
Diz-nos, diz-nos, ó história esquecida
Quem compra com a morte o que paga com a vida.”


Antes disso, lembrem-se também que em Fevereiro, chega-te ao lameiro. Ou seja, não se esqueçam de fazer as vossas reservas para o PRIMEIRO SÁBADO DO MÊS, (961387592) onde teremos a oportunidade de provar a iguaria Bacalhau à Brites. É verdade, teremos a prova que João Brites dirige tão bem a cozinha como o palco. Depois da refeição, Miguel Jesus, o autor do texto do espectáculo PEDRO E INÊS, irá falar-nos sobre o processo de criação da peça, uma conversa informal a que se seguirá uma visita aos ensaios para espreitar um bocadinho do trabalho dos actores e observar o método de encenação de Anatoly Praudin.

Entretanto, chegam-nos também notícias do Leste. O Raul Atalaia e a Marta Abreu prosseguem os ensaios de STORYTELLERS, uma co-produção com a companhia Divadlo Alfa, no âmbito do projecto Platform11+ que está a decorrer em Pilsen, na República Checa. Por cá seguimos com a CONFRARIA DO TEATRO, oficinas de formação para crianças, jovens e adultos. Agasalhem-se e venham daí!

Esperamos encontrar-vos por cá junto à lareira, com um copo de moscatel, ou subindo a encosta para ver a Exposição de Máquinas de Cena AO RELENTO. E não se esqueçam: Aproveite Fevereiro quem folgou em Janeiro.

Saudações Teatrais do Mundo Rural